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Notícias / Polícia

19.01.2026 às 08:31

Preso em MS, pai confessa e leva polícia até corpo da filha no RS

O caso segue sob investigação para apurar as circunstâncias e a motivação do crime.

Redação Correio Correio do Estado

O corpo da adolescente Isabela Miranda Borck, de 17 anos, desaparecida há mais de 45 dias em Itajaí (SC), foi localizado nesta sexta-feira (16) em uma área de mata no município de Caraá, no interior do Rio Grande do Sul. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

 

De acordo com informações do portal Guararema News, Isabela morava em Itajaí com a mãe e o irmão e havia concluído recentemente o Ensino Médio. O desaparecimento foi registrado no dia 30 de novembro, no bairro Fazenda. Desde então, o caso vinha sendo investigado pelas forças de segurança de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

 

O pai da adolescente, Anderson Luiz Carvalho Borck, de 39 anos, está preso desde dezembro e é apontado como principal suspeito do crime. Ele foi localizado e preso em Maracaju, interior de Mato Grosso do Sul, no dia 18 de dezembro, após trabalho de inteligência policial. Posteriormente, foi transferido para Santa Catarina, onde permanece em prisão preventiva no presídio de Itajaí.

 

De acordo com a Polícia Civil, durante depoimento prestado nesta semana, Anderson indicou o local onde o corpo da filha havia sido enterrado, o que levou as equipes até a área de mata em Caraá. A Polícia Científica atua na identificação formal do corpo e na coleta de provas para a conclusão do inquérito.

 

Condenação anterior e investigação

 

Uma semana antes do desaparecimento de Isabela, Anderson havia sido condenado pela Justiça catarinense a 16 anos e quatro meses de prisão pelo crime de estupro contra a própria filha. Apesar da sentença, ele obteve o direito de recorrer em liberdade.

 

As investigações apontam que, no período do desaparecimento, Anderson residia no Rio Grande do Sul, mas esteve em Itajaí na data em que a adolescente foi vista pela última vez. Isabela, inclusive, possuía uma medida protetiva contra o pai. Os pais estavam separados havia cerca de três anos.

 

Após a prisão em Mato Grosso do Sul e a transferência para Santa Catarina, o suspeito apresentou contradições em seus depoimentos, o que levou a Polícia Civil a solicitar a prisão preventiva.

 

O caso segue sob investigação para apurar as circunstâncias e a motivação do crime.


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