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Notícias / MS

04.08.2026 às 10:23

Mato Grosso do Sul poderá acompanhar eclipse lunar em agosto

Fenômeno poderá ser visto no Brasil sem equipamentos especiais e ocorrerá em 28 de agosto.

Redação Capital News

O último eclipse de 2026 acontecerá em 28 de agosto e será um eclipse lunar parcial.

O fenômeno poderá ser observado em todo o Brasil, além de outros países das Américas e de partes da Europa, da África e do Oceano Pacífico.

Os dois primeiros eclipses do ano ocorreram em fevereiro e março.

Durante um eclipse lunar, a Terra fica entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite natural.

Parte da luz do Sol atravessa a atmosfera terrestre antes de chegar à Lua, o que pode deixar a região encoberta com tons avermelhados ou alaranjados.

A intensidade da cor varia conforme as condições da atmosfera, como poeira, fumaça, nuvens e outras partículas.

De acordo com a "NASA", o eclipse terá magnitude umbral de 0,930. Isso significa que, no momento máximo, 93% do diâmetro aparente da Lua estará dentro da parte mais escura da sombra da Terra, chamada umbra.

Mesmo assim, uma pequena faixa da Lua continuará iluminada diretamente pelo Sol, por isso o eclipse não será total. A fase parcial terá duração aproximada de três horas e 18 minutos.

O eclipse lunar poderá ser observado a olho nu, sem necessidade de filtros ou equipamentos de proteção. Quem utilizar binóculos ou telescópios poderá acompanhar mais detalhes, mas eles não são indispensáveis.

Para uma melhor observação, a orientação é procurar um local com pouca iluminação artificial, horizonte livre e céu sem nuvens.

Antes disso, em 12 de agosto, ocorrerá um eclipse solar total. O fenômeno será visível no Ártico, Groenlândia, Islândia e em partes da Espanha.

Outras regiões da Europa, do norte da América do Norte e do oeste da África verão o eclipse de forma parcial. No Brasil, o evento não poderá ser observado.

A observação de eclipses solares exige cuidados especiais. Somente filtros certificados são seguros para proteger a visão.

Óculos escuros, chapas de radiografia, filmes fotográficos, vidros escurecidos e telas de celular não oferecem proteção contra a radiação solar.


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