11.02.2026 às 09:43
Jéssica Benitez Primeira Página
No próximo domingo (15), o mundo celebra o Dia Internacional do Câncer Infantil, data crucial para a conscientização sobre o câncer infantojuvenil. No Brasil, a esta já é a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos.
Por outro lado, quando identificado no início e tratado em centros especializados, as chances de cura chegam a 80%. Diferente dos adultos, os tumores infantis raramente estão ligados ao estilo de vida ou fatores ambientais, o que significa que não há como prevenir o surgimento da doença.
Por isso, a atenção aos primeiros sinais se torna a principal ferramenta de proteção. Segundo a médica Monica Cypriano, diretora clínica do GRAAC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), os tumores em estágio inicial ainda não se espalharam para outros órgãos, o que facilita muito a resposta do organismo à quimioterapia, que costuma ser mais rápida e eficaz nos jovens do que nos adultos.
“Quanto mais cedo a doença for descoberta e o tratamento iniciado, maiores são as chances de alcançarmos bons resultados. Em seu estágio inicial, o tumor se encontra no local de origem, ou seja, não se espalhou para outros órgãos ou tecidos”.
Dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer) apontam que o Brasil registra cerca de 7.930 novos casos por ano. Esses tumores geralmente surgem de mutações genéticas de células que se replicam rapidamente durante a fase de crescimento, justificando a evolução veloz da doença.
Desta forma, os pais e responsáveis devem estar atentos a sintomas que muitas vezes se assemelham a doenças comuns da infância, mas que não desaparecem com o tempo.
Sinais de alerta:
🚩 Sinais de Alerta no Corpo Todo
🚩 Cabeça e Sistema Nervoso
🚩 Visão e Olhos
🚩 Abdômen e Região Genital
🚩 Ossos e Articulações
Vale destacar que a presença de um desses sintomas não significa, necessariamente, que a criança tem câncer, pois eles se parecem com doenças comuns da infância. No entanto, se o sintoma durar muito tempo o ideal é levar ao pediatra e mencionar a suspeita.
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