Campo Grande / MS Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019

Escolha sua cidade

Campo Grande Água Clara Alcinópolis Amambai Anastácio Anaurilândia Angélica Antônio João Aparecida do Taboado Aquidauana Aral Moreira Bandeirantes Bataguassu Batayporã Bela Vista Bodoquena Bonito Brasilândia Caarapó Camapuã Caracol Cassilândia Chapadão do Sul Corguinho Coronel Sapucaia Corumbá Costa Rica Coxim Deodápolis Dois Irmão do Buriti Douradina Dourados Eldorado Fátima do Sul Figueirão Glória de Dourados Guia Lopes da Laguna Iguatemi Inocência Itaporã Itaquiraí Ivinhema Japorã Jaraguari Jardim Jateí Juti Ladário Laguna Carapã Maracaju Miranda Mundo Novo Naviraí Nioaque Nova Alvorada do Sul Nova Andradina Novo Horizonte do Sul Paraíso das Águas Paranaíba Paranhos Pedro Gomes Ponta Porã Porto Murtinho Ribas do Rio Pardo Rio Brilhante Rio Negro Rio Verde de Mato Grosso Rochedo Santa Rita do Pardo São Gabriel do Oeste Selvíria Sete Quedas Sidrolândia Sonora Tacuru Taquarussu Terenos Três Lagoas Vicentina

Notícias / Obras

10.08.2019 às 16:08 - Atualizada em 10.08.2019 às 16:35

Drenagem do lago do Parque das Nações revela problemas nas muretas de contenção

Segundo secretário, tela que retem o muro de pedras se rompeu em vários pontos e terá que ser consertada

Silvio Ferreira Com informações da Asses.Semagro/MS

Durante vistoria realizada na semana passada nas obras de drenagem para a retirada dos sedimentos do lago principal do Parque das Nações Indígenas, teriam sido constatados problemas estruturais na mureta de contenção das margens, chamada de gabião.

Segundo o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, “a tela que serve para reter o muro de pedras se rompeu em vários pontos e terá que ser consertada”, antes que as águas que formam o lago voltem a desaguar no local. 

De acordo com a assessoria de imprensa do governo do estado, o secretário informou que “com a constatação da necessidade de reforço no gabião abaixo da barragem, a Agesul executou um pré-projeto para a manutenção e o reforço do gabião no lago,     o que deve ser feito com recursos do Imasul, por meio de licitação para executar os serviços antes da recomposição das águas”.

As obras de desassoreamento dos lagos do Parque das Nações Indígenas estão sendo executadas pela Prefeitura, em convênio com o Governo do Estado, que repassou R$ 1,5 milhão ao município para custeio. A previsão é retirar 140 mil metros cúbicos de sedimentos que se acumularam nos dois lagos – o principal e o secundário – arrastados pelas águas das chuvas.

Considerando o ritmo acelerado da obra de retirada de sedimentos do lago, o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos do município, Rudi Fiorese informou que espera que até o fim de agosto o trabalho seja concluído. “O lago secundário já foi completamente desassoreado e está recomposto. Esse lago tem a função de reter os sedimentos, impedindo que cheguem ao lago principal”.
 

Verruck relatou ainda que que até o fim do mês deve ficar pronto o projeto para recomposição das nascentes do córrego Joaquim Português, no interior do Parque Estadual do Prosa, executado pelo Governo do Estado. O assoreamento no Joaquim Português é um dos responsáveis pelo acúmulo de sedimentos no lago principal do Parque das Nações Indígenas. 

“Assim que o projeto for entregue, no fim do mês, saberemos que tipo de intervenção será necessária nas nascentes do Joaquim Português para cessar o assoreamento.”


Comentários
informe o texto a ser procurado
Voltar ao topo